She's not kind of girl who likes to tell the world about the way she feels.
“Quis contar que você morreu, mas seria trágico e forte demais, tenho medo disso. Contei apenas que você me deixou, sim, no meio de um desamparo, na curva mais fechada, no dia mais nublado: foi assim, você me deixou. Também não disse que a culpa era única e exclusivamente sua, disse que éramos nós, que o nosso real problema sempre havia sido nós, que somos incompatíveis, que somos distraídos demais. Penso agora em quantas histórias de amor perco todos os dias por tamanha distração… Será que a gente pode chorar por amores que nem sabe que perdeu? Bobagem, eu perdi o nosso e sei bem disso, jogar lágrimas ao vento sem motivos por que, se tenho nós? Um minuto de luto, por favor, por toda a distração que nos mata.”
Camila Costa. 


Queria te dizer que…

Eu não sei o que dizer. Não tenho nada pra dizer. Mas preciso dizer. Odeio repetir palavras e odeio não saber usá-las também. Odeio sentir muito por tudo, e tudo nunca sentir nada por mim. Odeio estar vazia de sentimentos e ao mesmo tempo saturada deles. Odeio antíteses. Odeio regras gramaticais. Odeio nunca saber odiar mesmo odiando. Odeio estar cheia de um você que eu nunca esqueci. Não tem nada dentro de mim. Me perdi de novo. Mais um ponto final sem nenhum sentido.

Larissa f.


“Eu amava você. E suas janelas emperradas e seus bonequinhos no banheiro e a voz mansa e doce de mal elemento e o cinismo genial me afastando de você enquanto eu queria amarrar meu cabelo no seu pé e seguir do seu lado mesmo sendo desconfortável.”
Tati Bernardi.  


“O meu desespero é que quando acaba você fica inteiro
e eu fico o pó.”
Clarice Falcão. 

“Você me disse que eu amava o personagem sem rosto que estava na minha cabeça e não você. Eu amo de quase morrer o mesmo cara que nunca existiu. Tá, e daí? Não dá pra fazer o teste e pegar logo o papel?”
Tati Bernardi



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